Somos advogados especializados nos direitos de crianças e adolescentes com Transtorno do Espectro Autista. Atuamos em todo o Brasil, 100% online.
Falar com um advogado especialistaReconhece alguma dessas situações?
Como funciona
Entre em contato agora mesmo. Um advogado especializado vai ouvir sua situação e preparar um parecer sobre o seu caso.
Analisamos a negativa do plano, os documentos médicos e identificamos a melhor estratégia jurídica para o seu filho.
Agimos judicialmente ou extrajudicialmente para buscar o tratamento que seu filho precisa e merece.
Por que nos escolher
Atuamos exclusivamente nos direitos de pacientes com Transtorno do Espectro Autista. Conhecemos cada detalhe da legislação e dos protocolos médicos.
Não importa onde você mora. Atendemos famílias em todos os estados, com toda a comodidade do atendimento digital.
Sabemos que cada família tem uma história. Nosso atendimento é personalizado, cuidadoso e feito por quem realmente se importa.
O que seu filho tem direito
Base legal
A Lei 9.656/98 e as resoluções da ANS obrigam os planos de saúde a cobrirem todos os tratamentos reconhecidos pelo Conselho Federal de Medicina. A Lei 12.764/12 (Lei Berenice Piana) garante direitos específicos às pessoas com autismo, incluindo acesso a tratamentos de saúde adequados.
A negativa do plano não é o fim do caminho. Em muitos casos, é possível ingressar com pedido de liminar judicial para que o tratamento seja iniciado antes mesmo do encerramento do processo.
Quem somos
O Bianchini Silveira nasceu com um propósito claro: garantir que famílias de crianças e adolescentes com autismo não precisem lutar sozinhas contra os planos de saúde. Atuamos de forma estratégica e humanizada, sempre ao lado das famílias que mais precisam.
Tira-dúvidas
Nos casos de autismo, a urgência do tratamento é reconhecida pelo Judiciário. Por isso, ingressamos com pedido de liminar (tutela de urgência), que é analisada de forma prioritária pelo juiz. Embora cada caso tenha suas particularidades e não seja possível prever prazos, esse tipo de pedido costuma ser apreciado com brevidade, podendo permitir o início do tratamento antes mesmo do encerramento do processo.
A falta de vagas na rede credenciada pode ser considerada uma forma de negativa de cobertura. Nesses casos, é possível pleitear judicialmente que o plano custeie o tratamento em clínica particular da sua escolha, sem prejuízo ao seu filho.
Não. A definição da metodologia terapêutica é prerrogativa do médico assistente, não da operadora de plano de saúde. Se o laudo indica ABA, Denver ou outra técnica específica, o plano deve cobrir o tratamento com profissionais capacitados para aplicá-la.
Em muitos casos, sim. Quando o plano não oferece rede credenciada adequada ou não possui vagas, o beneficiário pode ter direito ao reembolso dos valores pagos por conta própria. Cada situação precisa ser analisada individualmente para verificar as melhores alternativas.
Sim. O processo judicial hoje é 100% digital, e nossas reuniões são realizadas por videoconferência. Atendemos famílias de todo o Brasil com o mesmo cuidado e atenção, independentemente de onde você mora.
Como o Judiciário decide
O Superior Tribunal de Justiça consolidou o entendimento de que é abusiva a cláusula que restringe o número de sessões de psicologia, fonoaudiologia e terapia ocupacional para pacientes com Transtorno do Espectro Autista.
Se a rede credenciada do plano não conta com profissionais habilitados na técnica prescrita pelo médico — como o Método ABA —, decisões recentes determinam que o plano custeie o tratamento fora da rede credenciada.
O entendimento atual dos tribunais tem protegido a continuidade do tratamento, impedindo que os planos de saúde interrompam ou cancelem contratos de beneficiários com autismo ou outras condições de saúde graves.
Fale com um especialista
Entre em contato agora. Avaliamos o seu caso e te dizemos o que é possível fazer.
Quero falar com um advogado